Setut afirma que empresas cumpriram prazo e pagaram motoristas e cobradores de ônibus

Setut afirma que empresas cumpriram prazo e pagaram motoristas e cobradores de ônibus (Foto:reprodução Google Maps)

O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (Setut) informou ao Portal AZ que foi realizado o pagamento, dentro do prazo de 72 horas, dos
valores referentes às questões trabalhistas dos motoristas e cobradores de ônibus de Teresina.

Em nota, o Setut afirmou que o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários no Piauí (Sintetro) “tem utilizado a não assinatura da Convenção Coletiva
como pretexto e motivação para a promoção de paralisações” e que não compactua nem tem participação no movimento.


Nesta quinta-feira (21), o Sintetro, junto dos trabalhadores do transporte coeltivo, realizou durante a manhã, em Teresina. A categoria prometeu que, caso as pendências não sejam resolvidas, as paralisações podem se transformar, futuramente, em uma greve.


Ainda em nota, o Setut destacou que “a data base de assinatura de uma eventual convenção coletiva está prevista somente para janeiro de 2022” e que “a questão trabalhista dos anos anteriores foi judicializada e os empresários estão protegidos por decisão do TST”.

Trabalhadores pedem que convenção coletiva seja assinada e garantida (Foto:
Divulgação/ Sintetro)

Os empresários do transporte coletivo de Teresina já fizeram o pagamento da parcela correspondente a 721 mil reais devida aos trabalhadores em relação aos valores do acordo
extrajudicial homologado do exercício de 2020 que está sendo pago pelo Município de Teresina”, disse a assistente jurídica do Setut, Naiara Moraes.


O Setut alegou que a frota da ordem de serviço acordada com o ente municipal tem sido cumprida e foi toda colocada à disposição dos passageiros do transporte coletivo de
Teresina.


Entenda o caso
O secretário de Comunicação do Sintetro, Miguel Arcanjo, contou ao Portal AZ que a paralisação seria realizada na segunda-feira, mas que a Procuradoria Geral do Município
(PGM) pediu um prazo de 72 horas para que a situação fosse regularizada. O objetivo do movimento é chamar a atenção das partes responsáveis para que os trabalhadores tenham
sua convenção coletiva assinada e garantida.


Miguel Arcanjo disse que a classe concordou com o prazo, mas que o mesmo acabou sem nenhuma resposta dos órgãos competentes e então os trabalhadores decidiram pela
paralisação.

FONTE: PORTAL AZ