Advogado Jefferson Moura Costa (Foto:Reprodução/Facebook)
O advogado Jefferson Moura Costa, preso na noite desta quarta-feira (14/07), após uma diarista o denunciar de estupro no condomínio em que mora, localizado no bairro Fátima, zona Leste de Teresina, já possui um histórico criminal que vai de desacato de autoridade até homicídio.
HOMICÍDIO
Jefferson Moura Costa é suspeito de ter matado, em abril de 2010, o cabo do Exército Arione Moura Lima, de 23 anos à época. Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Piauí, no dia 25 de abril de 2010, às 19h45min, Jefferson Moura efetuou disparo de arma de fogo contra Arione Lima, cabo do 3º BEC. A vítima foi baleada no tórax, o que causou a sua morte. O crime ocorreu na calçada da residência da vítima, localizada na rua Projetada 187, bairro Paraibinha, em Picos, cidade a 310 km ao Sul de Teresina.
Por esse crime o advogado chegou a ser preso, porém um dia depois foi solto ao conseguir habeas corpus. Após quatro anos do caso, já em 2014, o MP-PI voltou a pedir a prisão preventiva de Jefferson Moura, mas foi negado pela juíza Nilcimar R. de A. Carvalho.
ENVOLVIMENTO EM ACIDENTE
No ano seguinte, em março de 2011, Jefferson Moura Costa se envolveu em um acidente que matou três pessoas na BR-110, proximidades de Cícero Dantas, a 302 quilômetros de Salvador, na Bahia. O carro que ele dirigia colidiu com uma ambulância de Canudos (BA).
DESACATO E ASSÉDIO SEXUAL
Já em 2012, em liberdade provisória, esse mesmo advogado foi preso após ter sido acusado de assediar uma mulher e forçar um beijo em um restaurante da capital. Ao chegar na delegacia ele ainda teria proferido palavras de baixo calão para a delegada.
ENTENDA O CASO
Nessa quarta-feira (14/047) uma diarista relatou que estava realizando uma faxina no condomínio de Jefferson Moura, quando teria sido atacada e forçada a realizar o ato sexual. A polícia foi acionada por um vizinho, depois que a vítima conseguiu fugir pulando do segundo andar do apartamento do suspeito. Ele foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes.
A diarista foi encaminhada para o Serviço de Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Sexual (SAMVVIS) na Maternidade Dona Evangelina Rosa, para a realização do exame que confirmou a conjunção carnal. Com as provas materiais a polícia deu voz de prisão em flagrante ao advogado, que foi encaminhado por volta das 2h30 da madrugada desta quinta-feira (15/07) para o 12º Distrito Policial.
O inquérito será remetido para a Delegacia da Mulher Centro, que tem como titular a delegada Vilma Alves.
FONTE: OITOMEIA

