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Wellington Dias se afasta para realização de cirurgia e Regina Sousa assume Governo do Piauí

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O governador Wellington Dias se afastou das atividades como chefe do Executivo piauiense para realização de uma cirurgia oftalmológica. Nessa quarta-feira (10), ao chegar de agenda administrativa em Brasília, o governador realizou a passagem do comando do Estado para a vice-governadora Regina Sousa, no hangar do Governo do Piauí, no Aeroporto de Teresina. Ele ficará de licença por 10 dias.

Wellington Dias se afasta para realização de cirurgia e Regina Sousa assume Governo do Piauí (Foto: divulgação)

Wellington explicou que a equipe médica que o acompanha recomendou o afastamento para repouso. “A recomendação é ter um cuidado principalmente para evitar infecção, por isso o prazo de 10 dias. O lado positivo é que o Piauí tem a nossa querida vice-governadora Regina Sousa já acompanhando as ações do Estado, presente no dia a dia do governo e do povo, além de tudo que ela representa para o Piauí. Outro ponto positivo é que não haverá descontinuidade das ações”, disse.

Regina Sousa assume o Governo do Estado do Piauí pela sexta vez, e disse que a agenda deve seguir a rotina administrativa que inclui inaugurações, entrega de carro para uma comunidade terapêutica, dentre outras. “Já estamos acostumados. O papel de vice é substituir e vamos seguir a agenda administrativa, pois já havia algumas pautas agendadas e vou casar com a minha agenda de vice”, disse a governadora em exercício.

Ela reforçou que tem acompanhado de perto todas as reuniões do COE e disse que a preocupação maior é com as ocupações dos leitos hospitalares, mas que houve uma melhora nos número de casos e criação de novos leitos. “Estou por dentro de tudo que está acontecendo, sempre em contato com a Vigilância Sanitária e essa semana melhorou a situação, que esteve pior”, disse a gestora.

Na oportunidade, Regina Sousa pediu que a população passe um Carnaval tranquilo em casa. “Não façam aglomeração. Só tem a ganhar quem colaborar. Temos que pensar que não queremos chegar à situação de Manaus, onde as pessoas morreram por falta de oxigênio, que considero uma das piores mortes para quem vai é para quem fica. Por isso, precisamos pensar sempre na situação dos outros e tomar todos os cuidados necessários”, disse a governadora em exercício.

Caminhoneiro é preso por estar conduzindo carreta sob o efeito de drogas no Piauí

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Um caminhoneiro de 35 anos, de identidade não revelada, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal, suspeito de conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de droga e portar, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. Toda a ação ocorreu na noite dessa quarta-feira (10) BR 230 na cidade de Floriano/PI.

Caminhoneiro é preso por estar conduzindo carreta sob o efeito de drogas no Piauí (Foto: divulgação)

Os policiais estavam realizando fiscalizando de rotina quando avistaram uma combinação de veículo de carga transitando em local e horário não permitido. Ao fazerem a fiscalização, os policiais verificaram que o condutor estava bastante alterada e com indícios de uso de drogas. Os policiais detectaram também que o homem havia praticamente conduzido o seu veículo de maneira ininterrupta, sem intervalos para descanso.

Devido a isso, quando os policiais fizeram a verificação no interior do veículo, constataram a presença de 48 unidades de anfetaminas (rebites) e 75 g de maconha. O condutor informou que a droga era para seu consumo e confirmou que havia utilizado os comprimidos de anfetaminas. Os policiais realizaram também apreensão de R$ 1.789,00 em dinheiro.

Diante dos fatos, O homem foi preso e encaminhado até a Polícia Civil da cidade de Floriano/PI para os procedimentos necessários. Ele responderá pelos crimes de Conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de droga e Portar, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar.

No combate à covid-19, Vigilância Sanitária de Teresina intensifica fiscalizações

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Com o objetivo de garantir o cumprimento das determinações municipais quanto às medidas de prevenção à covid-19, a Vigilância Sanitária Municipal está intensificando as ações de fiscalização em Teresina.

No combate à covid-19, Vigilância Sanitária de Teresina intensifica fiscalizações (Foto: ilustrativa / divulgação)

Serão observadas questões como o uso obrigatório de máscara, distanciamento social e a suspensão temporária do funcionamento das casas de show, boates e similares.

De acordo com a gerente de Vigilância Sanitária da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Larisse Portela, as equipes estão desde o início da pandemia nas ruas vistoriando estabelecimentos acerca dos cumprimentos dos decretos e protocolos higienicossanitários.

“As ações da vigilância são tanto educativas, sensibilizando a população e os empresários quanto a importância do cumprimento das normas sanitárias, como também punitivas: o estabelecimento pode ser notificado, multado e até interditado e ter seu alvará de localização e funcionamento cassado”, contou.

A multa no caso de descumprimento dos decretos e Protocolos sanitários é no valor de 500 a 1000 reais para pessoa física e 1000 a 10.000 reais para pessoa jurídica e são acumulativas, considerando-se as infrações notificadas. “Essas medidas estão em vigor desde a publicação do primeiro Decreto Municipal publicado, em março de 2020”, afirmou Larisse Portela.

A gerente relatou ainda para pedir atenção dos teresinenses no cumprimento das medidas de prevenção, de forma a evitar a disseminação do novo coronavírus e garantir um funcionamento seguro dos estabelecimentos na capital. “Fazemos um apelo à população para que continue utilizando a máscara, lavando frequentemente as mãos e utilizando o álcool 70 em solução ou em gel”, finalizou.

Fundação Wall Ferraz oferece curso de capacitação profissional aos venezuelanos

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A Fundação Wall Ferraz, em parceira com a Secretaria de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi), realizou, na manhã desta terça-feira (10), um curso decapacitação profissional para 14 venezuelanos em um abrigo na BR 343, em Teresina. As aulas são de cortes de cabelo masculino e feminino e tratamento capilar.

“A Fundação pretende oportunizar esses cursos de corte de cabelo e tratamento capilar para essa população venezuelana, que está vivendo nos abrigos, com o objetivo de proporcionar a eles uma oportunidade de qualificação profissional. Essa qualificação, além do retorno financeiro, também traz dignidade”, disse Maykon Silva.

De acordo com a prefeitura, as aulas serão dadas três vezes por semana, segunda, quarta e sexta-feira, ministradas pela professora Keila da Silveira. Os módulos estão divididos e as primeiras aulas são de cortes infantis. “Nós estamos iniciando esse módulo com os cortes infantis, com a parte teórica.

A programação de hoje está sendo o passo a passo do corte feminino e infantil. Nas aulas futuras, faremos a junção do infantil e o mais aguardado por eles, o degradê, pois é o que está bombando no mercado atualmente”, disse. Foto: Assis Fernandes/ODIA Um dos alunos serve como modelo e a professora explica as técnicas. Com os conhecimentos adquiridos na capacitação, ao final do módulo, eles podem estar preparados para ingressar no mercado de trabalho e ter um retorno financeiro.

“Como o interesse foi pelo o corte degradê, isso faz com que eles não percam o interesse pela capacitação. A tendência é o sucesso, pois é isso que eles querem”, completou a profissional. A ideia do curso surgiu a partir de um pedido da comunidade de venezuelanos. Depois desse curso, a Fundação Wall Ferraz vai estudar a demanda para oferecer outros cursos.

“A gente está fazendo esse trabalho de mobilização para as turmas e pretendemos, assim que encerrar essas atividades, oportunizar outros cursos de qualificação profissional para esta população”, finalizou.

Festas carnavalescas continuam proibidas em Teresina, ressalta procurador

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Com a chegada do carnaval, o procurador-geral do Município de Teresina, Aurélio Lobão, ressalta que continuam proibidas, por meio do decreto municipal, todo tipo de festa carnavalesca na cidade. Aurélio Lobão acrescenta que não haverá ponto facultativo na Prefeitura de Teresina no período carnavalesco.  

“Continuam proibidas todo tipo de festa de carnavalesca. Todo tipo de festa ou evento que gere aglomeração. Então, essa é a nossa recomendação e está disciplinado no nosso decreto municipal. O feriado do Carnaval, que a gente chama equivocadamente, não é feriado nacional. Na Prefeitura (de Teresina) haverá expediente normal nos dias 15, 16 e 17 (de fevereiro)”. 

O procurador reforça que os decretos municipais têm colhido resultado satisfatório, sob o aspecto econômico e, principalmente, sob o aspecto da saúde. 

“O que a gente disciplinou no nosso decreto, que trata da regulamentação do funcionamento do comércio em virtude da necessidade de se combater o avanço da Covid-19, foi exatamente disciplinar as regras já muito bem difundidas na sociedade, que é a limitação (do funcionamento) para 9 horas diárias, limite até 24 horas, vedação de aglomerações”.

Aurélio Lobão acrescenta que “esses decretos, é importante que se diga, não são editados à toa”.

“Eles passam antes por uma aprovação do COE (Comitê de Operação Emergencial), passa antes por uma aprovação da Fundação Municipal de Saúde, sempre levando em consideração a responsabilidade com aquilo que vai se disciplinar nesse momento tão delicado”. 

Foto: Cidadeverde.com 

Guedes quer ajuste para ter R$ 20 bi para auxílio

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse às lideranças do Congresso que vai precisar de uma nova versão de uma “Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de guerra” para conceder mais três parcelas de R$ 200 do auxílio emergencial aos informais, com custo total de cerca R$ 20 bilhões – valor semelhante ao previsto para compra das vacinas contra a covid-19.

Na avaliação de Guedes e sua equipe, esse novo texto da PEC precisa conter uma cláusula de calamidade pública, para dar segurança jurídica à concessão do auxílio emergencial com a edição de um crédito extraordinário, e estar associado às medidas fiscais contidas na PEC do pacto federativo.

Uma minuta do texto está sendo preparada pela equipe econômica para ser apresentada aos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-PB). O diagnóstico apresentado pela equipe econômica é de que o auxílio emergencial é para o enfrentamento da covid-19 e o agravamento da pandemia pede um protocolo de crise com a cláusula de calamidade.

Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Pacheco e Lira, pressionados pelas suas bases de apoio, querem uma via expressa para a concessão do auxílio, com o argumento de que a urgência da pandemia não permite esperar a aprovação de medidas de contenção de gastos. Mas o ministro, nas conversas dos últimos dias, vem argumentando que é preciso acionar a cláusula de calamidade e garantir contrapartidas em nome da responsabilidade fiscal e controle das contas públicas. Para a equipe econômica, essas medidas devem ser consideradas o novo marco fiscal para o País.

Conselho Fiscal

Sem a cláusula de calamidade, o risco apontado é de crime de responsabilidade fiscal. É ela que vai permitir que os gastos com o pagamento dos três meses do auxílio fiquem de fora do limite do teto de gastos (a regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação), afastando também a necessidade de compensação para o cumprimento da meta fiscal.

Apesar da pressão dos presidentes do Senado e da Câmara, o sentimento na equipe econômica é de que as conversas estão avançando num tom muito positivo e que, após o acordo, a votação poderá ser rápida.

A ideia é que seja criado um Conselho Fiscal da República, com representantes dos três Poderes, incluindo do Tribunal de Contas da União. A cada três meses, o colegiado se reuniria num ritual parecido com o do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, responsável pela definição da taxa básica de juros.

Além de prever o acionamento dos chamados gatilhos (medidas corretivas para diminuir os gastos), a PEC prevê uma cláusula vinculante para que as mesmas práticas cobradas pelo TCU sejam praticadas pelos Tribunais de Contas estaduais e municipais.

“Se fizer mais um pacote fiscal sem nenhuma contraparte, a mensagem que será passada é que a trajetória da dívida vai continuar a subir e o prêmio de risco que os investidores vão pedir para manter a dívida brasileira pode ter um efeito, uma implicação de qual tipo de política que o Banco Central pode adotar”, avisou na terça-feira, 9, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, em videoconferência direcionada a investidores internacionais.

Antes da negociação da nova retomada do auxílio, a estratégia inicial do governo era conceder, após a pandemia, o Bolsa Família e também criar o chamado Bônus de Inclusão Produtiva (BIP), que nada mais é do que o nome fantasia dado pelo ministro Paulo Guedes para o chamado imposto de renda negativo, instrumento de transferência de renda para quem está trabalhando na informalidade e ganha menos do que um salário mínimo. O BIP seria destinado aos trabalhadores “invisíveis” e estaria associado à nova Carteira Verde Amarela, com menos encargos para a contratação.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte:Estadão Conteúdo 

Vereadores criticam proposta de municipalização e pedem nova licitação dos ônibus

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A proposta de municipalização do transporte coletivo encontra resistência na Câmara Municipal. Vereadores avaliam que a prefeitura não tem condições financeiras de bancar uma empresa e defendem a revisão do contrato com o Setut. 

Vereadores como Edson Melo (PSDB), cotado para ser líder da oposição, criticaram a proposta. Para Edson Melo, a proposta é uma “utopia”. Ele avalia que a prefeitura não tem condições financeiras de arcar com a municipalização do transporte.

Edson Melo questiona o fato do secretário de Finanças, Robert Rios (PSB), afirmar que a prefeitura está quebrada, e mesmo assim, defender a municipalização. 

“Não é solução. É uma utopia. Em lugar nenhum do Brasil a tendência é do poder público privatizar essa operação. Nunca vi isso acontecer. O município, como o estado de uma maneira geral, não têm condições de investir. Ele privatiza para as empresas fazerem os investimentos. Como a prefeitura, que o secretário de finanças diz que se encontra quebrada, como vai investir no transporte coletivo”, disse Edson Melo. 

Na base aliada, o vereador Dudu afirma que o contrato com o Setut deve ser rompido. Ele afirma que a municipalização seria um processo longo. Segundo ele, a população precisa de uma resposta rápida. 

“Temos que fazer um debate sincero e honesto. Na mídia, a prefeitura fala de uma municipalização e criar uma empresa pública. Mas além da pandemia estamos em uma greve. Temos que ter pulso firme e forte. Não temos tempo. É preciso resolver. É preciso realizar uma audiência pública. É preciso fazer um novo processo de licitação. Se for provada a negligência com  contrato, ele precisa ser rompido”, disse. 

O tucano Venâncio Cardoso também critica a municipalização. Ele também defende uma nova licitação dos ônibus. 

“Não concordo com a municipalização. Em todos os lugares do mundo, a tendência é que o privado tome de conta de alguns serviços. Em todos os lugares, se passa para o privado gestão de rodoviárias, estádios, de centros de convenções, de mercados e aqui em Teresina, trazer para a prefeitura pagar para uma empresa de transporte coletivo. Imagina quando um ônibus quebrar, vai ter que contratar uma oficina. É a pior alternativa”, disse. 

Fábio Abreu garante participação do Tiradentes-PI no Piauiense: “”Amarelão vai participar”

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O Tiradentes ganhou um aliado neste retorno a elite do futebol piauiense. O Deputado Fábio Abreu (PL) afirmou estar ao lado da equipe nesse processo de busca por patrocinadores e organização financeira. O Amarelão da PM retorna a primeira divisão após 25 anos, mas até agora vive um cenário de incertezas e faltando 10 dias para iniciar o Estadual é único clube que ainda não se apresentou. A estréia está marcada para o dia 21 de fevereiro diante o River, ás 16h, no estádio Albertão, em Teresina. 

Na manhã desta quarta-feira (9) o Deputado falou ao Cidade Verde Esporte e fez um apelo aos que são amantes da tradicional história do clube. “Nosso Amarelão da PM vai participar sim do Campeonato Piauiense nos estamos no esforço para que as tradições do Tiradentes sejam resgatadas, pois é um clube vencedor, que tem sua historia e nos estamos buscando com todos aqueles que gostam do Tiradentes para convocar amigos e sócios para que possamos juntos fortalecer esse time na primeira divisão”, disse o deputado Fábio Abreu. 

O Tiradentes tem definidos apenas a comissão técnica com o treinador Paulo Júnior, o preparador físico Vanvan e o auxiliar técnico Tarso Campelo , o preparador físico veio do Ceará com o técnico Paulo. Atualmente apenas 10 atletas estão acertados com o time e treinando apenas no turno da manhã no CFAP. 

“A situação que está acontece não existe, é surreal, mas vamos tentar fazer um trabalho dentro do que eles irão me oferecer. Se não der a gente agradece a todos e passa para uma outra pessoa”, declarou o técnico Paulo Júnior, que está em Teresina há 12 dias, mas teve contato com uma pessoa positiva para Covid-19 e está em isolamento. 

A situação do Tigrão é delicada e o time antes mesmo de iniciar a competição é dito como candidato ao rebaixamento. Todo esse atraso na apresentação do elenco envolve principalmente entraves financeiros e idéias frustradas da diretoria do clube. O Tiradentes inicia a disputa do Estadual no dia 21 de fevereiro. 

Franzé Silva rebate oposição e destaca economia e eficiência com aluguel de viaturas no Piauí

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O deputado estadual Franzé Silva (PT) rebateu o pronunciamento do deputado Marden Menezes (PSDB), que criticou o Governo do Estado pelo aluguel de viaturas para a segurança pública. O parlamentar havia apresentado um requerimento solicitando informações ao Governo sobre as 246 viaturas entregues no dia 2 de fevereiro aos municípios.

Franzé Silva rebate oposição e destaca economia e eficiência com aluguel de viaturas no Piauí (Foto: divulgação)

“O processo de aluguel das viaturas aconteceu quando eu estava à frente da Secretaria de Administração. Estudamos as atas de todos os estados e concluímos que o caso do Pará era viável. Todos sabemos que o valor do aluguel de cada pick-up é de R$ 3.580 e o de cada carro utilitário, R$ 2.000, quase metade do preço de mercado local. É uma grande economia para o Estado e para o povo”, observa Franzé.

O parlamentar ressalta que “o Governo do Estado busca, sempre, a transparência e a eficiência na prestação dos servidores para os cidadãos”. Nesse sentido, o deputado Franzé Silva aprovou o requerimento de Marden, argumentando que o Governo do Estado é transparente e as informações acerca do aluguel das viaturas são de conhecimento público.

O deputado Carlos Augusto Gomes (PR), ex-comandante geral da Polícia Militar do Piauí, também defendeu o Governo. “A locação de viaturas é um excelente negócio para o dinheiro público, para o contribuinte. A vida útil de uma viatura é de, no máximo, três anos, de maneira que o aluguel torna possível a reposição de viaturas sem prejuízo para o Estado”, pontua o parlamentar, que também aprovou o requerimento.

Também o deputado Evaldo Gomes (Solidariedade) rebateu Marden Menezes, afirmando que “o governador ouviu o clamor da população, a necessidade de fortalecer a segurança pública, conseguindo veículos para dar mais segurança para os piauienses. Tenho certeza de que o Governo não tem nada a esconder. As viaturas vão colaborar muito para dar segurança ao nosso povo”.