Início Site Página 1694

Prefeitura decide suspender Corso e atividades do Carnaval em Teresina

O presidente da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves (FCMC), Sheyvan Lima, anunciou nesta quinta-feira (07) a suspensão, por tempo indeterminado, do corso  e do carnaval de Teresina em 2021. A decisão foi tomada nesta manhã, após uma reunião com o prefeito Doutor Pessoa (MDB), quando os gestores avaliaram o cenário da pandemia da Covid-19 e o impacto que as festividades poderiam gerar.

“Doutor Pessoa determinou que Fundação Monsenhor Chaves não execute nenhuma  atividade carnavalesca, por motivos óbvios, de concentramos as nossas forças no combate a pandemia”, disse Sheyvan

Com a decisão, ficam suspensas as programações relacionadas ao período carnavalesco, que poderão ser remarcadas após o processo de imunização da população contra a Covid-19. “Depois da população protegia, há possibilidade real de um carnaval fora de época, mas sem marcar data, deixando em aberto”, ressaltou. 

O corso de Teresina aconteceria no dia 06 de fevereiro, no final de semana que antecede o carnaval. Já a programação dos blocos carnavalescos aconteceria entre os dias 13 e 17 de fevereiro.

O prefeito Dr. Pessoa (MDB) confirmou a suspensão das festividades de carnaval e afirmou que pretende dialogar com representantes do setor.

“O meu desejo e a minha determinação é que não haja, nesse momento, nem corso nem carnaval, obedecendo aos protocolos, conversando com o poder executivo do estado do Piauí, dentro do protocolo estadual.Iiremos seguir nessa linha de que não haja aglomerações para que não tenha uma repercussão negativa em relação a vida das pessoas, que é o aumento do coronavírus”, ressaltou Doutor Pessoa. 

Nos próximos dias, o presidente da Fundação Monsenhor Chaves devem estreitar o diálogo com representantes de blocos, músicos e escolas de samba. O objetivo é buscar alternativas para compensar a não realização das atividades carnavalescas em 2021. 

Escolas de Samba 

O presidente da Fundação Monsenhor Chaves também anunciou que o prefeito Dr. Pessoa manifestou o interesse de retomar o desfile das escolas de samba em Teresina a partir de 2022. 

“Ele determinou que possamos construir alguma legislação que ampare as escolas  e já garantindo o retorno delas em 2022, sem prejuízos aos outros setores que fazem o carnaval de Teresina”, destacou Sheyvan.

Fonte: CV

Coronavac tem eficácia de 78% contra a Covid-19 em estudo no Brasil

A Coronavac, vacina que é a aposta do governador João Doria (PSDB-SP) no combate à Covid-19 e trunfo político contra seu rival Jair Bolsonaro, teve uma eficácia de 78% nos estudos finais realizados no Brasil.

SÃO PAULO, SP, 27.11.2020: VACINA-CORONAVÍRUS – A vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca passará por avaliação de regulador sanitário britânico. O Reino Unido deu um voto de confiança a vacina nesta sexta-feira (27) quando pediu a avaliação para sua agência reguladora, com vista a um lançamento após os especialistas expressarem dúvidas sobre os dados do teste. Desse modo a empresa poderá continuar com os estudos para medir a eficácia do medicamento. (Foto: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress)

O percentual, adiantado pelo jornal Folha de S.Paulo nesta manhã, se aplica à prevenção de casos leves da doença. Casos moderados e mortes foram completamente evitados no estudo. Os dados foram apresentados à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em reunião na manhã desta quinta (7), quando o Instituto Butantan fez o pedido de registro emergencial do imunizante que irá produzir.

Eles foram revisados na Áustria pelo Comitê Internacional Independente, que acompanha os ensaios.

O órgão estadual patrocinou o estudo da fase 3, a final, da vacina criada pelo laboratório chinês. Desde 20 de julho, mais de 12.700 profissionais de saúde voluntários em oito estados brasileiros receberam duas doses do imunizante, com 14 dias de intervalo entre elas.

Desses, cerca de 220 deles foram infectados pelo Sars-CoV-2. “Hoje é um dia muito importante para o Brasil e para os brasileiros”, afirmou Doria, que enfatizou o caráter nacional de sua iniciativa. “Hoje é um dia de esperança. Ela é a vacina de São Paulo, e a vacina de São Paulo é a vacina do Brasil.”

Outro dado importante, que já havia sido citado pelo governo: a Coronavac garantiu proteção total contra mortes nos voluntários vacinados que pegaram a Covid-19.

A divulgação ocorre depois de dois adiamentos e muita confusão acerca dos números. Para uma vacina ser aprovada, ela precisa ter ao menos 50% de cobertura, algo que o governo paulista já havia anunciado.

Inicialmente, São Paulo iria divulgar os números preliminares em 15 de dezembro. Só que o Butantan registrou que havia infectados suficientes no estudo para promover seu resultado final, e empurrou o anúncio para o dia 23.

Politicamente, havia grande desconfiança em São Paulo sobre como a Anvisa trabalharia, e um estudo final poderia ser registrado também na similar chinesa da agência, que prometia aprová-lo em três dias.

A partir daí, a Anvisa, que estimava em 45 dias a análise, poderia ser obrigada a avaliar a vacina em 72 horas, já que a agência chinesa é uma das que a legislação da pandemia reconhece para chancelar medicamentos -se não vetasse com bons motivos, a aprovação seria automática.

Só que na véspera do novo anúncio,? conforme revelou a Folha de S.Paulo, os chineses usaram o contrato de US$ 90 milhões (R$ 478 milhões hoje) assinado com São Paulo e represaram os dados para checagem com os outros estudos em curso.

Politicamente, a situação causou desconforto no governo Doria pela impressão de inconsistência. A vacina é vista pelo próprio tucano como um passaporte para uma nacionalização de seu nome. Como mais populoso estado, São Paulo tem o maior número bruto de casos (1,5 milhão) e de mortes (47 mil) do país

Doria é presidenciável, e pretende enfrentar Bolsonaro (sem partido) no ano que vem. Ele diz, contudo, que seu investimento na vacina era uma questão óbvia e não política.

O ensaio do Brasil foi bem sucedido por um motivo trágico: a alta circulação do vírus, que já infectou 7,8 milhões e matou quase 200 mil brasileiros. Enquanto Bolsonaro minimizava a pandemia, Doria apostou desde o começo numa abordagem técnica para enfrentá-la.

O grupo brasileiro é considerado mais suscetível à infecção e exposição a altas cargas virais. No ensaio turco (7.000 voluntários, eficácia preliminar de 91,25%) e na Indonésia (1.625 indivíduos, sem estimativa pública de eficácia), havia uma composição semelhante à da população em geral.

Há estudos de fase 3 do imunizante sendo conduzidos também no Chile (3.000 voluntários) e Bangladesh (4.200 pessoas). Na China, a vacina é uma das três aprovadas para uso emergencial desde julho, sendo que 700 mil pessoas já receberam a Coronavac no país, e os indonésios aprovaram a aplicação a partir do dia 13.

A equalização dos resultados gerou forte tensão dentro do governo paulista e na sua relação com a Sinovac. Em reuniões que começavam à noite por causa do fuso de 11 horas para Pequim, autoridades paulistas discutiram o caso nas últimas três semanas.

Ao fim, a farmacêutica topou liberar os dados só do estudo brasileiro, o que coloca em dúvida a tática de registro na China. Por ora, o Butantan aposta no pedido de uso emergencial, que atende aos planos estaduais de priorizar grupos vulneráveis. A Anvisa tem até 10 dias para se pronunciar.

Segundo pessoas com conhecimento das conversas, a expectativa é de que o pedido definitivo na China ocorra já na semana que vem, o que deverá facilitar o processo no Brasil.

Os chineses, por sua vez, querem um número consolidado por razões políticas, já que vão competir com os badalados imunizantes ocidentais de nova geração, como o da americano-alemã Pfizer/BioNTech (95% de eficácia) e o da americana Moderna (94,5%).

A Coronavac tem como vantagem usar uma tecnologia tradicional, em que o vírus inativado é usado para estimular a resposta imune, é mais fácil de armazenar e custa menos que essas rivais.
A dose negociada com São Paulo sai a US$ 10,3 (quase R$ 55 hoje), metade do preço da Pfizer. A da AstraZeneca/Universidade de Oxford, cuja compra foi anunciada pelo governo federal, tem preço de custo (US$ 3,16, quase R$ 17), mas seu recebimento ainda é incerto.

Bolsonaro, que minimiza a pandemia e joga suspeitas sobre vacinas sempre que pode, agora tem defendido a aquisição de um imunizante de forma rápida. Seu ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse na quarta (6) contar com 100 milhões de doses da Coronavac no ano que vem.

Isso irá se chocar com a intenção de Doria de manter seu plano estadual de imunização, lançado no mês passado. A saída está sendo negociada, e deve envolver a possibilidade de trabalhos conjuntos.

O motivo, óbvio, é o fato de que São Paulo fez um grande investimento cedo na vacina chinesa, e não pretende ver Bolsonaro propagandear os resultados -ainda que o presidente já tinha dito que nunca compraria a Coronavac.

Na programação do estado, que espera ter 46 milhões de doses da Coronavac, a ideia é vacinar 9 milhões de paulistas em três meses, a partir de 25 de janeiro, com o registro emergencial da Anvisa aprovado.

Os dias de animosidade extrema entre governo e o órgão, que chegou a suspender os testes da Coronavac sem aviso prévio ou necessidade clara, já que averiguava um suicídio de voluntário, ficaram para trás.

O diretor do Butantan, Dimas Covas, teve uma série de reuniões preparatórias na quarta com a agência. Integrantes da área de saúde federal e estadual afirmam que a tendência será pela aprovação, até porque Bolsonaro já não pode arcar com mais uma acusação de interferência política no urgente tema da vacina.

Outras questões ainda deverão ser respondidas. Segundo publicou a Folha de S.Paulo, o Centro de Contingência do Coronavac abriu uma discussão se seria possível estender ao máximo a aplicação das primeiras doses da vacina, adiando a segunda e assim ampliando a base de protegidos numa primeira onda de imunização.

Países europeus adotaram a tática, até porque correm contra a falta de vacinas para duas doses e a emergência da cepas mutante mais contagiosa do novo coronavírus.
Em princípio, o Butantan não considera a hipótese, até porque seu registro emergencial foi feito com base no estudo com duas doses e 14 dias de intervalo.


Fonte:IGOR GIELOW- Folhapress

APPM: candidatos defendem instituição suprapartidária e técnica

Os prefeitos do Piauí nem bem tomaram posse e já partem para mais um embate na urna. Desta vez a eleição é para escolher o novo presidente da Associação Piauiense de Municípios (APPM). O pleito acontece nesta sexta-feira (8) e terá disputa voto a voto. Duas chapas foram registradas para a sucessão de Jonas Moura (PSD). Uma é representada pelo prefeito reeleito de Francinópolis, Paulo César (Progressistas ). Já a outra tem à frente o também prefeito reeleito de Caridade do Piauí, Toninho de Caridade (PSD).

“A minha pretensão é tornar a APPM uma entidade mais técnica e voltada principalmente para a assistência, o apoio ao município. Para quando um prefeito, principalmente de regiões longínquas chegar até a APPM, ele tenha seu problema resolvido”, disse o prefeito de Francinópolis, Paulo César.

Para ele, uma boa gestão tem que qualificar e valorizar os servidores. “Qualificar os servidores para que ofereçam um trabalho mais técnico. O prefeito que chega numa APPM daquelas quer ter seu problema resolvido com uma orientação e hoje nós não encontramos”, declarou.

Filiado ao Progressistas, partido com mais de 80 prefeituras no Piauí, Paulo César admite que o feito ajuda, mas que precisa do apoio de outras legendas,

“Claro que ajuda, mas também estamos contando com a ajuda de vários partidos. A gente quer implementar lá um suprapartidarismo, e não administrar em nome de um partido e sim do municipalismo. Vamos fortalecer o municipalismo. Nossa principal bandeira é qualificar a APPM, deixá-la mais técnica e menos política. Vamos cortar gastos e o que economizar investir na qualificação”, garantiu o gestor, que acredita ter o apoio de 140 prefeitos.

Para Toninho de Caridade, o pleito desta sexta será disputado. “Será uma eleição muito disputada. O partido do nosso adversário tem o maior número de prefeitos, mas a gente compôs também com outras forças representativas de prefeitos e acreditamos na vitória”, disse ao Cidadeverde.com.

O prefeito quer promover a integração da APPM com outras instituições para qualificar os gestores.

“Um dos nossos temas é qualificar os gestores aproximando as instituições das associações regionais e, capacitando tantos os gestores como sua equipe, para que a gente possa ter uma gestão eficiente e que possa captar recursos junto ao governo federal e estadual. Também como trabalhar na incrementação da receita, ICMS, ICMS ecológico, agora tem o ICMS da Educação criado por lei. São mecanismos para o incremento da receita municipal, tendo em vista que a receita da maioria das cidades depende totalmente das transferências municipais”, declarou.

“Queremos fortalecer esse caminho do municipalismo e dar uma eficiência à gestão pública”, acrescentou.

O gestor estuda ainda a criação de um fundo para ajudar municípios em estado de calamidade. “Estamos aqui estudando como criar um fundo para socorrer os municípios em estado de calamidade, dificuldade, para que a gente possa captar esse recurso. Isso está em fase de análise e estudo e de viabilidade jurídica”, explica, destacando que vai trabalhar por uma APPM independente.

“Uma APPM independente e eficiente e que não seja partidarizada e possa representar os prefeitos”, finalizou.

Última disputa foi em 2014

A última eleição com disputa ocorreu em dezembro de 2014, com três concorrentes : Arinaldo Leal (PSB), que foi reeleito, Paulo Martins (PT) e Hélio Rodrigues (PT). As últimas duas eleições foram consensuais e elegeram Gil Carlos (PT) e o atual presidente, Jonas Moura (PSD). Todos 224 gestores podem votar para eleger a nova diretoria da APPM para o biênio 2021/2022. 

UFPI discute retornar aulas em março com sistema híbrido de ensino

0

A Universidade Federal do Piauí (UFPI) estuda adotar, a partir de março, o sistema híbrido de ensino para iniciar o período 2020.2. A modalidade consiste no rodízio entre aulas remotas e presenciais, desde que sejam  garantidas as condições de segurança de alunos e professores. 

O cenário sanitário da pandemia de Covid-19 vai ser o principal norteador do formato que vai prevalecer no retorno das aulas na UFPI. A UFPI também está levando em conta as medidas adotadas pelo Estado e pelas prefeituras municipais nas cidades em que a universidade está presente.

As diretrizes, que  ainda precisam de decisões colegiadas, especialmente dentro nos Conselhos, começaram a ser apresentadas em uma sequência de reuniões realizada nos últimos dias pelo reitor Gildásio, incluindo discussão com a Pró-Reitoria de Graduação. 

A UFPI está fazendo uma avaliação do funcionamento do atual semestre, que termina no final do mês. Essa avaliação será complementada com as informações sanitárias para a definição do formato das atividades letivas que começam em março. 

Graduação ficou para trás
No ano passado, a UFPI adotou ritmos diferentes para seus diversos setores. Na Educação a Distância – que tem cerca de 8 mil alunos –, as atividades praticamente não foram interrompidas durante a pandemia, e está concluindo o segundo semestre de 2020. 

Nos colégios técnicos, as aulas foram retomadas ainda no final do mês de maio, no modelo remoto. Por sua parte, os cursos de pós-graduação retomaram as atividades na primeira semana de junho e também concluíram o ano letivo em dezembro.

Mas houve um atraso nos cursos de graduação, que ainda não terminaram o primeiro semestre de 2020. O semestre interrompido em março foi reiniciado somente em novembro junto com o cancelamento de diversas disciplinas. 

Alguns cursos cancelaram boa parte das disciplinas, como foi o caso do curso de Educação Física, que viu sua grade reduzida praticamente à metade.

Nas reuniões realizadas nos últimos dias, o reitor Gildásio Guedes deu ênfase aos cuidados sanitários. Isso porque há uma cobrança especialmente entre os alunos para retomadas de atividades presenciais e a reitoria destaca que a segurança da comunidade universitária deve nortear o modelo a ser adotado.

Fonte: CV

A MPB está de luto! Morre Genival Lacerda

Músico estava internado desde o dia 30 de novembro; Informação foi revelada pelo filho do cantor, Genival Lacerda Filho, na manhã desta quinta-feira (7)

Em meados de maio, o cantor já tinha passado pelo hospital e sido internado após sofrer um AVC. João Lacerda, um dos filhos do cantor, disse não saber como o pai contraiu o novo coronavírus. “Não sabemos ao certo como meu pai contraiu a Covid, mesmo com todas as precauções e cuidados. Ele precisava realizar algumas atividades fora de casa, para manutenção de sua saúde, eram atividades essenciais e indispensáveis”.

A assessoria de imprensa do cantor lamentou a morte e emitiu comunicado oficial com dados de sua carreira. Confira abaixo:

“O cantor Genival Lacerda morreu nessa manhã de quinta-feira (07) vitima da Covid-19. O artista deu entrada no hospital no último dia 30 de novembro para tratamento da doença e chegou até a ter uma breve melhora no quadro clínico. Aos 89 anos de idade e 68 anos de carreira, Genival, que era paraibano e cidadão recifense, seguiu lutando até o último minuto.

O Rei da Munganga, como ficou conhecido em todo o Brasil, será eterno na memória de todos que o acompanharam durante mais de meio século; Eram crianças, adolescentes, jovens e idosos que admiravam o trabalho desse artista que elevou o nome da sua cidade natal, Campina Grande, e que representou o povo do Nordeste bravamente com a irreverência que será lembrada para sempre por todos os Brasileiros.

O paraibano ficou conhecido pelo estilo musical e pelo espírito cômico que tinha. Também com o estilo próprio de cantar, pela alegria de ser nordestino e mostrar que música pode ter bom humor. Genival começou os trabalhos como radialista nas rádios Borborema e Caturité, o programa era líder em audiência e se chamava O Forró de Seu Vavá. A música Severina Xique Xique foi um marco na carreira para os outros sucessos como Radinho de Pilha, fenômeno, que vendeu mais de quinhentas mil cópias em todo o Brasil. Emplacando logo em seguida Mate o Véio que caiu rapidamente no gosto popular. A música Quem Dera ficou em primeiro lugar de audiência nas rádios de todo o Brasil durante muitos anos”.

Prof. Evandro Alberto toma posse como novo Reitor da Uespi

0

O novo reitor da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), professor Evandro Alberto de Sousa, tomou posse nesta quinta-feira (7), às 12h, no Palácio de Karnak — Teresina, pelo Governador do Estado. A solenidade foi transmitida pelo canal do Governo do Estado do Piauí no Youtube.

Professor Evandro Alberto na reitoria da Uespi

trajetória do professor Evandro Alberto na Uespi começou quando jovem picoense ingressou no quadro de professor provisório do curso de Jornalismo ofertado na região, em 2002. Desde então, o jornalista e doutor em Serviço Social transformou seu sentimento de gratidão por tudo que aprendeu na Uespi em trabalho e dedicação em prol dos discentes, docentes, técnicos e demais colaboradores da instituição.

Evandro Alberto participou da elaboração do projeto pedagógico, bem como da criação do curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo e Relações Públicas da Uespi, campus Prof. Barros Araújo, em Picos, além de ter sido coordenador do curso no período de 2003 a 2006 e diretor do Campus Prof. Barros Araújo de 2014 a 2017, entre outras colaborações. Até o ano passado, Evandro Alberto era vice-reitor da Uespi.

Ele assume após o professor Nouga Cardoso aceitar o convite para ser o secretário municipal da Educação em Teresina.

Cantor Genival Lacerda morre aos 89 anos vítima de complicações da covid-19

O cantor e compositor Genival Lacerda morreu aos 89 anos, no Recife, em decorrência de complicações da Covid-19, nesta quinta-feira (7). A informação foi confirmada pelo filho do artista, João Lacerda.

Cantor Genival Lacerda morre aos 89 anos vítima de complicações da covid-19 (Foto: Rogério Vital)

O artista foi internado no dia 30 de novembro de 2020, no Hospital Unimed I, na Ilha do Leite, na área central da capital pernambucana. Com Covid-19, ele foi levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

No dia 4 de janeiro, Genival Lacerda teve uma piora no quadro de saúde, segundo o boletim divulgado pela família. Na quarta (6), a família havia iniciado uma campanha de doação de sangue para o cantor.

Em 26 de maio de 2020, Genival Lacerda havia sofrido um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVC) e deu entrada no Hospital d’Ávila, na Zona Oeste da capital pernambucana. Recuperado, ele teve alta três dias depois de ser internado.

Perfil
Genival Lacerda foi um dos grandes nomes do forró e, com carisma e irreverência, se tornou um ídolo popular. Conhecido por todo o Brasil durante 64 anos de carreira, era um símbolo da cultura do Nordeste.O cantor e compositor nasceu em Campina Grande, na Paraíba, em 5 de abril de 1931. Chegou a trabalhar na cidade como radialista, mas fez a primeira gravação como cantor quando já morava em Recife, para onde se mudou em 1953.

Genival gravou seu primeiro disco em 1956, um compacto duplo com “Coco de 56”, escrito por ele e João Vicente, e o xaxado “Dance o xaxado”, feito por ele com Manoel Avelino.

Ele gravou diversos álbuns e ficou conhecido pelo Nordeste como músico e radialista durante esta fase no Recife.

Em 1964, se mudou para o Rio de Janeiro. A consagração nacional veio com “Severina Xique Xique”, de 1975. O refrão “ele tá de olho é na butique dela” virou sua marca.

Em seguida, vieram sucessos como “Radinho de pilha”, “Mate o véio” e “De quem é esse jegue”, que consolidaram o estilo bem humorado do “seu Vavá”, como também era conhecido.

O músico viveu no Rio durante o auge da popularidade do forró no Sudeste, e conviveu com outros artistas fundamentais do estilo como Dominguinhos e Luiz Gonzaga.

Com Jackson do Pandeiro, teve uma relação ainda mais próxima, mesmo sendo bem mais novo. A irmã de Jackson, Severina, foi casada com um irmão de Genival.

Desde os anos 90, voltou a morar no Recife. Nos últimos anos, não tinha novos sucessos nas rádios, mas manteve o ritmo de shows e o reconhecimento popular.

No final de 2017 recebeu no Palácio do Planalto a medalha da Ordem do Mérito Cultural (OMC). Na cerimônia, Genival tirou seu chapéu estampado de bolinhas ao passar diante do então presidente Michel Temer.

Fonte: G1

Marcelo Chamusca é demitido do Fortaleza

0

Marcelo Chamusca não é mais técnico do Fortaleza. Após a derrota para o Sport, a diretoria do Tricolor do Pici demitiu o treinador, que encerra sua terceira passagem pelo clube. Chamusca deixa o Fortaleza na 15ª posição, com 31 pontos. Ao todo, foram nove jogos, sendo quatro derrotas, quatro empates e uma vitória. O time não vence há seis jogos.

Marcelo Chamusca é demitido do Fortaleza (Foto: reprodução internet)

O clube informou ainda que Léo Porto, auxiliar técnico, administrará atividade de reapresentação que ocorrerá apenas na sexta-feira. O Fortaleza tem compromisso diante do Grêmio, finalista da Copa do Brasil, no sábado, pela Série A do Campeonato Brasileiro.

Confira a nota do clube:
“O Fortaleza Esporte Clube comunica oficialmente a saída do Treinador Marcelo Chamusca. Tricolor do Pici, através de seu corpo diretivo, comissão, atletas e funcionários, agradece Chamusca e sua comissão, composta por Caio Autuori e Roger Gouveia, pelo trabalho desenvolvido e deseja sucesso para os novos desafios profissionais.”

Fonte: GE

Força Tarefa prende suspeitos de vender drogas por delivery no Parque Ideal

0

A Força Tarefa da Secretaria Estadual de Segurança prendeu dois homens, suspeitos de traficar drogas em Teresina. A polícia apurou que J.V.C.S e J.A.F.O usavam um grupo em uma rede social para entregar os pedidos aos clientes por meio de delivery. A ação ocorreu nessa quarta-feira (06) no Parque Ideal.

Força Tarefa prende suspeitos de vender drogas por delivery no Parque Ideal (Foto: divulgação)

Com os criminosos, os policiais apreenderam três balanças de precisão, três trituradores, uma máquina para pagamentos, dois celulares, um colete de mototaxi, um veículo VW Gol, uma motocicleta Honda Bros, maconha, recipiente com sementes de maconha, isopor com mudas de maconha e uma quantia de R$ 92,85.

No momento da prisão, os suspeitos estavam com vasto material de entorpecente para embalagem e pesagem. Eles foram encaminhados para a Central de Flagrantes e poderão responder pelos crimes de tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico.

Secretário de Turismo propõe adiamento do Carnaval no Piauí

0

O secretário de Estado do Turismo, Flávio Nogueira Júnior, está propondo o adiamento das festividades de Carnaval no Piauí. Segundo ele, a medida seria necessária levando em consideração o cenário ainda preocupante da pandemia do novo coronavírus. Para o gestor, a proposta inicial seria o adiamento para junho, caso, até lá, a vacina contra o vírus esteja disponível, juntando com as festas juninas e fazendo um grande evento no Estado.

Secretário de Turismo propõe adiamento do Carnaval no Piauí (Foto: divulgação)

Flávio Júnior é médico e lembrou que ainda é preciso cautela e cuidados contra o SARS-CoV-2. “O vírus continua circulando. Já se tem notícias de uma variante e sabemos que as festividades de carnaval costumam sempre contar com uma presença muito grande de pessoas, ou seja, aglomerações, o que não é recomendado nesse momento”, observa.

O secretário lembrou que outros Estados, a exemplo da Bahia e Rio de Janeiro, que possuem tradições carnavalescas, já falaram do adiamento das suas festividades de Carnaval. Em 2021, o Carnaval estava previsto para acontecer entre os dias 13 e 16 de fevereiro. “O Piauí tem muitas cidades com tradições carnavalescas, a exemplo de Luís Correia, Barras, Água Branca, União e Floriano, por exemplo. São cidades que costumam trazer bandas nacionais e atraem um grande público, não apenas do Piauí, mas também de outros Estados. O momento é de continuar com cautela, adotando os cuidados necessários para evitarmos que tenhamos ainda mais casos de pessoas com o vírus e até mesmo óbitos”, avalia.

O assunto será discutido com o governador Wellington Dias que, em dezembro, seguindo orientações do Comitê de Operações Emergenciais em Saúde (COE), já havia dado orientações para que não houvesse as festividades de réveillon. No litoral piauiense, por exemplo, as festas alusivas a esta data eram comuns e incentivadas pela Secretaria de Estado do Turismo a fim de fomentar o setor. “Discutiremos com os prefeitos dessas cidades e avaliaremos um momento oportuno para que essas festas possam voltar a acontecer, mas em segurança”, finaliza o secretário.