Foto: Divulgação/Sefaz Novo secretário de Fazenda, Antônio Luís
O secretário de Fazenda, Antônio Luís Soares, vai assumir uma dupla função. Ele também
responderá interinamente pela secretaria estadual de Saúde. Oficialmente se diz que o objetivo é “arrumar a casa” e deixar a pasta mais eficiente.
Antônio Luís vai fazer uma auditoria na secretaria de Saúde e prepará-la para uma nova gestão. Oficialmente não se diz nada, mas especula-se que muita coisa esteja desarrumada na Saúde, principalmente na questão relacionada a administração financeira.
Rastro de políticos
A secretaria de Saúde já foi ocupada por muitos políticos; transformou-se em palco de escândalos de corrupção, ao ponto de ter tido seu prédio-sede quase quase que totalmente incendiado. Diziam à época, que era para apagar os rastros da corrupção da gestão petista.
Feudo eleitoral
Dois ex-secretários, que tiveram recentes gestões na Saúde estadual, elegeram-se este ano deputados federais: Francisco Costa e Florentino Neto. Especula-se que teriam se beneficiado da máquina administrativa para conseguir votos.
Pessoalmente, dinheiro para bancar uma campanha que, a preço do mercado de voto custa acima de R$ 10 milhões, nenhum tinha.
Polícia federal
A polícia Federal fez muitas investigações sobre procedimentos administrativos na secretaria estadual de saúde, principalmente na gestão relacionada ao combate à pandemia. Há suspeitas de licitações fraudulentas e dirigidas.
No período em que Antônio Luís estiver também respondendo pela Saúde, o superintendente de Receita, Emílio Júnior, deve responder interinamente pela Secretaria de Fazenda.
Falta ser decidido se essa tarefa Antônio Luís irá executar ainda no governo Regina Sousa, ou iniciar a nova gestão na dupla função.
Antônio Luís é o atual secretário da Fazenda e foi o primeiro nome para permanecer na pasta no governo Rafael Fonteles. Ele ainda faz parte da equipe de transição de governo e deve dividir os trabalhos entre Fazenda e Saúde.
Zambelli vai à ONU denunciar a “ditadura do Judiciário”. Ela diz que não fugiu do Brasil
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) revelou nesta noite (03) à Jovem Pan News que a informação de que teria fugido para os Estados é fruto de politicagem. Falando dos EUA, ela confirmou que está excluída das redes sociais, mas que vai cobrar indenizações por isso.
Zambelli disse que não informou sobre a viagem porque está sem acesso às redes sociais.
“Não tenho onde publicar”, disse e completou. “É através das minhas redes sociais que reporto eventos, faço questionamentos, trago conhecimento informativo e divulgo minha agenda.”
Ela leu trecho de carta do jurista Ives Gandra, sobre as decisões judiciais que lhe foram impostas pelo ministro Alexandre de Moraes que as considera ilegais e cerceadoras da liberdade de expressão.
A deputada terminou revelando que está indo à Comissão dos Direitos Humanos da ONU par denunciar o que, na sua visão, está ocorrendo no Brasil, verdadeira ditadura do judiciário.
E disse também que ao retornar ao país irá apresentar projetos na Câmara que visam inibir esse tipo de cerceamento.
Leia carta divulgada pela deputada Zambelli ainda na tarde desta quinta-feira, para explicar as razões de sua viagem.
“É através das minhas redes sociais que reporto eventos, faço questionamentos, trago conhecimento informativo e divulgo minha agenda.
O resultado desse trabalho de confiança e respeito me garantiu o título de parlamentar de maior influência no Brasil nos últimos 2 anos segundo o FSB e 2 vezes a melhor deputada do Brasil, segundo o Congresso em Foco.
A decisão que censurou todos os meus canais de comunicação, inclusive o Watsapp tem como objetivo controlar o fluxo de informações e conter uma das maiores vozes conservadoras da internet com mais de 9.520.000 seguidores em sete redes sociais.
Não divulguei a viagem aos Estados Unidos simplesmente porque não tenho onde publicar, oras! Estou no meio desse movimento de contenção, repressão e ataque à Liberdade.
Estou cumprindo agendas pessoais e aproveitarei a ocasião para estudar meios de assegurar e restaurar a liberdade de expressão no Brasil junto a autoridades americanas.”
Fonte: Portal AZ


