domingo, julho 14, 2024
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Mais de 2 mil estabelecimentos são fechados por descumprirem decreto no Piauí

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O Governo do Estado, por meio da Polícia Militar do Piauí e da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), segue reforçando a fiscalização em estabelecimentos comerciais para o cumprimento do Decreto nº 19.478, de 22 de fevereiro de 2021 para conter o avanço da Covid-19. Na primeira semana de medidas mais restritas, de 24 a 28 de fevereiro, operações foram realizadas em todo o estado.

Mais de 2 mil estabelecimentos são fechados por descumprirem decreto no Piauí (Foto: divulgação)

De acordo com relatório divulgado pela Central de Operações Policiais Militares (Copom), mais de sete mil pessoas foram abordadas e orientadas sobre as regras contidas nos decretos, mais de quatro mil veículos abordados e mais dois mil estabelecimentos fechados, com aplicação de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e autuações de infrações.

A PM está atuando prestando auxílio às equipes de Vigilância Sanitária estadual e municipais na capital e no interior do estado, tanto durante o dia quanto à noite e aos finais de semana, quando as regras são ainda mais rígidas e veda aglomerações em eventos culturais, boates, casas de show, bem como o funcionamento de bares e restaurantes após as 22h e quaisquer tipos de estabelecimentos que promovam atividades festivas em locais abertos ou fechados, além do toque de recolher das 23h às 5h.

Segundo a diretora-geral da Divisa, Tatiana Chaves, a equipe fiscalizou, em Teresina, cerca de 50 estabelecimentos por dia, em média 200 estabelecimento nos quatro dias de operação, dos quais 55 termos de notificação e autos de infração foram expedidos. “A maioria dos estabelecimentos estão cumprindo o decreto, em Teresina e até mesmo nos municípios, onde as equipes da Vigilância e da PM estão trabalhando dia e noite com medidas educativas e autuações. Vale ressaltar a parceria da PM nesse trabalho, que tem sido fundamental nas abordagens”, afirmou.

A gestora acrescenta que a maior preocupação é com as festas clandestinas. “Estamos recebendo muitas denúncias porque as pessoas estão se aglomerando em festas e reuniões em residências, sítios e chácaras clandestinamente e isso está dificultando o nosso trabalho, pois não podemos adentrar uma propriedade particular sem ordem judicial”, frisou.

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