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62% veem pandemia fora de controle, e cresce intenção de se vacinar, aponta Datafolha

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O número de pessoas que pretendem se vacinar contra a Covid-19 no Brasil aumentou, ao mesmo tempo em que 62% da população afirma que a pandemia está fora de controle. É o que mostra pesquisa Datafolha realizada em 20 e 21 de janeiro.

Segundo o instituto, 33% dos entrevistados acham que a doença está em parte controlada, e só para 3% ela foi totalmente controlada.

Foi a primeira vez que a pergunta foi feita, então não é possível estabelecer comparações com outros momentos. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Como contraponto a esse sentimento de desalento, cresce a esperança nos imunizantes como solução para a crise.

A intenção de tomar a vacina cresceu seis pontos percentuais desde a última pesquisa, em dezembro. Agora, 79% dizem querer se imunizar, contra 73% no mês passado.

O número ainda é inferior à parcela de 89% da população que pretendia se vacinar contra o coronavírus em pesquisa feita em agosto.

A rejeição às vacinas caiu na mesma proporção, passando de 22% em dezembro para 17% agora –número ainda distante dos 9% que disseram não pretender tomá-la em agosto. O número de pessoas que responderam não saber se vão se vacinar oscilou de 5% para 4%.

A pesquisa foi realizada por telefone, para evitar contato pessoal com os entrevistados. Foram ouvidos adultos que possuem celular em todas as regiões e estados do Brasil.

Entre os entrevistados, há diferenças na intenção de se vacinar nas diferentes faixas etárias e de renda mensal.

Os que mais querem ser imunizados são os que têm acima de 60 anos (88%) e os com renda de cinco a dez salários mínimos (81%). Os jovens de 25 a 34 anos são os que menos pretendem se vacinar, com apoio de 74% dos entrevistados. A rejeição também é maior quanto menor a renda –18% não querem a vacina na faixa que recebe até dois salários mínimos.

Para aqueles que avaliam o governo Bolsonaro como ruim ou péssimo, 88% dizem querer se vacinar. Já entre os que o consideram ótimo ou bom, esse índice cai para 68%.

Além do aumento da aceitação às vacinas, a pesquisa apontou também o crescimento de pessoas que relatam ter medo de se infectar pelo coronavírus, de 73% para 77%.

São 44% que dizem ter muito medo de se contaminar e 33% um pouco. O percentual no início da pandemia de pessoas com muito medo de contrair o coronavírus era de 38%.

A parcela daqueles que responderam que nunca têm medo de contrair o vírus caiu de 24% para 16%.

Os números retornam aos patamares de junho do ano passado, auge da preocupação com a pandemia, quando 78% diziam ter medo de se infectar pela Covid-19.

Os números são divulgados em um momento de alta de casos e de óbitos em todo o país. Na última quarta-feira (20), o Brasil teve o maior número de mortes por Covid-19 desde maio, com 1.382. Foram registrados, até a sexta-feira (22), 8,7 milhões de casos e mais de 215 mil mortes.

As duas vacinas aprovadas para uso emergencial até o momento pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) são a Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que a produzirá no Brasil, e a da Universidade de Oxford/AstraZeneca, que será feita no país pela Fiocruz.

A rejeição à vacina de origem chinesa, primeira a ser aplicada, caiu em relação à última pesquisa: antes, 50% dos entrevistados diziam que não tomariam um imunizante vindo do país asiático, e agora são 39%. Aumentou também a aceitação da Coronavac, passando de 47% em dezembro para 58% agora.

Embora tenha sido alvo da disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo João Doria (PSDB) pela vacinação contra a Covid-19, a confiança na Coronavac não foi a única que aumentou. Fenômeno parecido ocorreu com produtos de outros países.

As mais populares continuam sendo as vacinas produzidas nos Estados Unidos e no Reino Unido (respectivamente a da Pfizer e a da Oxford/AstraZeneca), com 78% e 75% de aceitação.

Mas a vacina russa Sputnik V também teve mais pessoas dispostas a tomá-la nessa rodada do Datafolha, aumentando a aceitação de 60% para 66%.

Não houve, porém, mudança quanto àqueles que se posicionam favoravelmente (55%) ou contrários (44%) à vacinação obrigatória, ficando dentro da margem de erro da pesquisa anterior.

A pesquisa apontou ainda que o distanciamento social continua baixo. Apenas 7% dos entrevistados afirmaram estar totalmente isolados em casa, enquanto 53% dizem sair de casa para trabalhar e fazer outras atividades não essenciais.

Embora este número seja muito similar ao indicado na última pesquisa, em dezembro, a mudança do comportamento das pessoas em relação ao distanciamento é clara em relação a agosto, quando havia um empate entre o percentual de pessoas que afirmavam ir à rua só quando inevitável (43%) e as que saíam de casa para trabalhar e outras atividades (44%).

À época, o país vivia uma estabilidade, que foi seguida por uma breve desaceleração da pandemia, com a queda dos números de casos e óbitos registrada por quatro semanas, em setembro.

No entanto, os números da Covid-19 voltaram a crescer no final do ano, impulsionados por eventos e aglomerações, como as festas de final de ano, apesar das recomendações contrárias de especialistas. Com isso, foi necessário o aumento das restrições de mobilidade em diversos locais.

Fonte: Folha Press

Enem registra 55,3% de abstenção no segundo dia de provas e bate recorde de faltas

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Com base em dados ainda preliminares, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) informou neste domingo (24) que o segundo dia do Enem registrou 55,3% de abstenção. Um recorde no histórico do exame.

O índice superou o observado no primeiro dia do exame, no domingo (17), quando havia sido registrada a marca de 51,5%.

Os números foram apresentados pelo presidente do instituto, Alexandre Lopes, em coletiva à imprensa. Segundo ele, 2,4 milhões de inscritos compareceram para fazer as provas de Ciências da Natureza e Matemática, contra um total superior a 3 milhões de ausentes. “Foi mais do que a gente estava esperando”, afirmou.

Ele, no entanto, defendeu a realização do Enem. “O Inep não pode parar”, disse.

Questionado sobre a aplicação do exame em meio ao agravamento da pandemia da Covid-19, Lopes afirmou que, para os mais de 2 milhões de inscritos que compareceram às provas nos dois domingos, foi uma decisão importante.

“Você tem que perguntar a eles. Tivemos milhões de pessoas interessadas em fazer o Enem. Prepararam-se, foram ao local das provas, fizeram as provas”, disse o presidente do Inep.

“E, porque o fizeram, vão poder concorrer às vagas do Sisu no primeiro semestre de 2021.”

O Sisu é o Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, que usa as notas do Enem para ingresso em institutições de ensino superior públicas.
Também presente à coletiva, delegado Cleo Mazzotti, da Polícia Federal, afirmou que o Enem foi realizado sem incidentes, seja no aspecto da segurança ou quanto à lisura do exame

De acordo com Lopes, os inscritos que se sentiram prejudicados por incidentes logísticos durante a aplicação dos exames nos dois dias de provas poderão solicitar a reaplicação. Ele encorajou os inscritos que não fizeram as provas a fazer a solicitação.

O pedido deverá ser feito pela página do participante a partir de meio-dia desta segunda-feira (25) até a sexta-feira (29). Os casos, frisa o instituto, serão avaliados individualmente. A reaplicação está prevista para os dias 23 e 24 de fevereiro.

Em relação ao Amazonas, frisou o presidente do Inep, os inscritos não precisam fazer o pedido de reaplicação. Ela será feita para todos os candidatos. Por enquanto, segundo Lopes, as datas estão mantidas.

O mesmo ocorre para 13,7 mil inscritos que comunicaram ausência nos dois domingos de aplicação do exame em razão de terem contraído doenças infectocontagiosas, incluindo a Covid-19.

A realização do exame no momento em que a pandemia do novo coronavírus se agravou foi criticada por diferentes setores da sociedade, mas o governo decidiu mantê-lo.

Mais cedo neste domingo, em São Paulo, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que foi correto prever a alta abstenção para organizar as salas.

“Se houve esse pensamento, de que a abstenção seria de pelo menos 30%, então estávamos certos porque ela foi de 51%”, afirmou Ribeiro.

“Temos que ver o outro lado também, e não estou querendo defender ninguém, mas imagine, se tivéssemos contratado tudo [número de salas suficiente], o valor de dinheiro público que haveríamos de usar.”

O titular da Educação acompanhou a entrada dos candidatos que foram fazer o segundo dia de provas do Enem neste domingo. Ele escolheu visitar a escola estadual Cesar Martinez, em Moema, bairro nobre de São Paulo.

Segundo ele, pela gestão “séria e responsável” do dinheiro público foi correto ter contado com a alta abstenção para organizar os locais de prova, ou seja, sem ampliação suficiente do número de salas para garantir que todas só tivessem 50% de candidatos.

“Gastamos mais de R$ 700 milhões do Tesouro para a aplicação do Enem neste ano. Imagine se não tivesse feito uma mínima previsão [de abstenção] aí as coisas ficariam mais difíceis”, disse o ministro.

Fonte: Folhapress

Dezenas de cidades têm carreatas pró-impeachment

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Carreatas e protestos cobrando o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foram registrados ao longo deste sábado, 23, em dezenas de cidades do País, incluindo capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília.

Organizadas por entidades e partidos da oposição, as manifestações cobraram o chefe do Executivo por sua atuação na pandemia. Os pedidos de vacina e de afastamento deram o tom dos atos, marcados por críticas ao atraso na imunização da população contra a covid-19.

Na capital federal, de acordo com a assessoria da Polícia Militar, cerca de 500 veículos participaram do protesto.

Em São Paulo, a carreata começou na Assembleia Legislativa, em frente ao Parque Ibirapuera, passou pela Avenida Paulista e terminou na Praça Roosevelt, acompanhada também por ciclistas e motociclistas. Do alto de um carro de som, políticos se revezaram ao microfone, incluindo o ex-candidato do PSOL à Presidência e à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos. “Estamos aqui para dizer que não vamos esperar até 2022; são vidas que estão em jogo. É agora o momento de derrotar Jair Bolsonaro”, discursou Boulos, um dos organizadores do protesto.

De acordo com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), integrante da coordenação das manifestações, foram registradas carreatas em 87 cidades.

No Rio, a manifestação reuniu cerca de 100 carros e causou lentidão no trânsito, mas sem ocorrências, de acordo com a Polícia Militar. A carreata ocupou uma faixa de uma das principais avenidas da cidade, a Presidente Vargas.

Esquenta

Além de PSOL e CUT, a coordenação nacional das manifestações incluiu as frentes Brasil Popular e Brasil sem Medo, reunindo ainda PT, PSTU, PDT, PSB, PCdoB e Rede. Ao som de buzinas, manifestantes pediram o fim da gestão do presidente da República “Acabou, acabou! Vai embora (Bolsonaro), leva toda a sua gangue”, gritou uma manifestante na capital federal. Na avaliação da porta-voz do partido Rede Sustentabilidade no DF, Ádila Lopes, a mobilização de ontem foi um “esquenta” para o ato previsto para o dia 31 de janeiro, véspera da eleição para as presidências da Câmara e do Senado (cabe ao titular da Câmara dar andamento a qualquer pedido de impeachment).

Para Ádila, o apoio de movimentos de direita ao impeachment de Bolsonaro mostra uma oportunidade de convergência em prol da democracia: “Quando você chega a situações delicadas como a que a gente tem, essas movimentações tendem a ir caminhando para um funil, de modo que, em algum momento, se encontrem”. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que também marcou presença na carreata em Brasília, convocou a população a manter as cobranças pela saída do presidente Bolsonaro em manifestações, panelaços e pressão nas redes sociais.

Conforme o Estadão mostrou, atores políticos que estiveram em lados opostos durante o impeachment da presidente Dilma Rousseff agora pedem juntos a saída de Bolsonaro. É o caso da Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, que apoiaram a petista em 2016, e o MBL e o Vem Pra Rua. Entretanto, os protestos organizados por cada grupo estão sendo marcados para dias separados.

O Acredito, movimento de renovação política, e os grupos de esquerda organizaram seus protestos ontem, enquanto os grupos de direita marcaram seus atos para este domingo.

Popularidade

Influenciada pela situação da pandemia da covid-19 no País, marcada pela crise no fornecimento de oxigênio na rede de saúde de Manaus (AM), a popularidade do presidente já se mostra abalada.

Pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira indicou aumento do número de insatisfeitos com Bolsonaro: 40% da população avalia sua atuação como ruim ou péssima, comparado com 32% que assim o consideravam na edição anterior da sondagem, no começo de dezembro.

Fonte: Estadão Conteúdo

Motoristas deflagram nova paralisação de ônibus por tempo indeterminado

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Motoristas e cobradores de ônibus em Teresina paralisaram as atividades nesta segunda-feira (25). Esse é o segundo protesto da categoria em menos de 15 dias por questões trabalhistas. Alguns dos profissionais contam que estão passando por dificuldades financeiras para suprir necessidades básicas como alimentação. 

Do outro lado, paradas de ônibus lotadas na Capital com passageiros que reclamam da falta do transporte rodoviário e que não foram avisados da paralisação. 

A Superintendência de Transportes e Trânsito de Teresina (Strans) repudiou nota do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários no Estado do Piauí (Sintetro) na qual a entidade atribui ao superintendente em exercício da Strans, Bruno Pessoa, a responsabilidade em realizar pagamento de ticket alimentação e plano de saúde aos trabalhadores rodoviários no Piauí.

“No dia 13 de janeiro de 2021, os representantes do Sintetro foram recepcionados pelo superintendente para tratar das demandas referentes à categoria, mas em nenhum momento se tratou de pagamento de ticket alimentação e plano de saúde aos trabalhadores rodoviários no Piauí até porque não é da competência da Strans”, informou a nota.

O secretário municipal de Finanças, Robert Rios, declarou que o acordo extrajudicial feito no final da administração do prefeito Firmino Filho está sendo reexaminado pela procuradoria para análise da legalidade e dano ao município.

Dr. Pessoa confirma que não vai criar a Secretaria Municipal de Segurança

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O prefeito Dr. Pessoa (MDB) confirmou que não haverá a criação da Secretaria Municipal de Segurança Pública. Segundo ele, o momento de crise dificulta a criação. A pasta já havia sido anunciada nos primeiros dias de gestão e também foi promessa durante a campanha. 

Para o prefeito, no momento, o importante é qualificar a Guarda Civil Municipal. Segundo ele, a prefeitura vai intensificar a parceria com o estado para aumentar a segurança.

“É a possibilidade de melhorarmos e qualificar a Guarda Municipal. Foi algo feito de maneira eleitoreira, embora eles tenham passado em concurso. Já estive conversando com o governador Wellington Dias. Ele de pronto disse que terão as academias para qualificar o efetivo. Provalvemente, não teremos a Secretaria de Segurança Municipal. Estamos passando por um momento de dificuldades financeiras. Não vamos colocar em risco os trabalhadores. Os salários são sagrados”, disse.

Dr. Pessoa destaca a necessidade de parcerias também com o Governo Federal.

“A integração  na segurança não é só entre o município e o estado. Será com todos os entes federados. Com o governo federal, estadual, as polícias. Todos esses para trabalhar integrados nesse momento difícil que é da Covid-19. Estamos vivendo um momento difícil e vamos ajustar a Casa”, destacou.

100 DIAS

Dr. Pessoa afirma que tem visitado obras na capital de surpresa. O objetivo é fazer um calendário para entrega de obras com 100 dias, seis meses e um ano.

“Estamos com 15 dias úteis de administração. Como sou um cidadão ágil, acordo cedo e visito alguns órgãos da administração. Hoje fui ao Promorar e visitei a UPA, a maternidade e o  hospital. Não foi oficial. Foi extra-oficial. Fui bem recebido. O diretor não estava. Deve ter tido algum problema. Sempre faço visitas as obras em andamento. Com 100 dias, queremos apresentar uma parte para a sociedade, outra com seis meses e outras no final do ano. Todo sábado andamos e visitamos essas obras na região urbana. Todo domingo vamos para a zona rural”, disse.

O prefeito diz que encontrou praticamente todas as obras paradas.

“Encontramos praticamente todas as obras paradas. Estamos verificando e analisando, dando agilidade para que aconteça, de fato, o término da obra. Tem obras que queremos apresentar para a sociedade concluídas com 100 dias, outras com seis meses e outras com um ano. Fazemos um diagnóstico e levamos para as secretarias. Traçamos uma meta para cumprir os prazos determinados”, destacou.

Sobre o atraso no pagamento dos estagiários, Dr. Pessoa diz que a gestão anterior tentou colocá-lo em um buraco negro. 

“O prefeito sou eu. Mas quem cuida das Finanças é o Robert Rios. As que forem legal, vamos cumprir. Se não fazemos de uma vez só é porque tem algumas coisas que vamos dividir porque não tem dinheiro em caixa. A administração  anterior queria que eu entrasse no buraco negro, mas não vai conseguir. Vamos trabalhar com os funcionários da Prefeitura. Os salários vamos honrar”, afirmou.

MC Fioti lança remix de ‘Bum Bum Tam Tam’ sobre vacina Coronavac

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MC Fioti lançou neste sábado, 23, o “hino da vacina”, um remix da música Bum Bum Tam Tam sobre o imunizante Coronavac, desenvolvido pelo Instituto Butantan e a farmacêutica Sinovac. Lançado em março de 2017, o funk original já fazia sucesso em todo o Brasil e, recentemente, o refrão foi associado ao nome do centro de pesquisa paulistano.

Com a expectativa de ter uma vacina aprovada para uso no País, a música do funkeiro ganhou mais repercussão, o que levou à gravação de um clipe na sede no instituto, em São Paulo.

A letra da música foi adaptada para falar sobre a Coronavac: “é a vacina envolvente que mexe com a mente de quem tá presente / É a vacina saliente, que vai curar ‘nois’ do vírus e salvar muita gente / Aí eu falei assim pra ela: Vai, vai no Bubutantã, vem no Bubutantã”.

O clipe começa no mesmo estilo do original e MC Fioti faz dois pedidos ao gênio da lâmpada: a cura do coronavírus e “paz, amor e saúde para a humanidade”. Na música, ele incentiva a vacinação ao dizer: “Autenticamente falando: Se vacina aí, pô”.

Fonte: Estadão Conteúdo 

China envia diplomata para negociar encontro entre Xi e Biden

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O governo da China quer realizar uma cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o líder chinês Xi Jinping, e vai enviar seu principal diplomata a Washington para negociar o encontro com autoridades americanas. De acordo com o The Wall Street Journal a ideia existe desde dezembro, mas ainda não houve um pedido formal à equipe de Biden.

A ideia é mandar Yang Jiechi, um dos líderes do Partido Comunista da China, realizar as tratativas, puxando como temas prioritários para Biden, como mudança climática e o combate à pandemia do novo coronavírus. Com o fim do mandato de Donald Trump, Pequim quer reduzir as animosidades com os Estados Unidos, que tiveram consequências nas relações comerciais e tecnológicas entre os dois países.

De acordo com fontes ouvidas pelo jornal, ainda não é sabido se Biden vai aceitar de imediato uma cúpula bilateral com a China, uma vez que entre suas iniciativas de política externa está o estabelecimento de uma Cúpula pela Democracia, organizando os aliados dos EUA no Ocidente em uma agenda pró-direitos humanos e contra autoritarismos e corrupção. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: Estadão Conteúdo

Quase 8 mil teresinenses já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19

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Em quatro dias de campanha, 7.989 teresinenses já tomaram a primeira dose da vacina contra a covid-19. O balanço é da Fundação Municipal de Saúde (FMS), que destaca que somente nesta última sexta-feira, 22 de janeiro, foram aplicadas 3.944 doses o imunizante. 

A campanha de vacinação contra a Covid-19 teve início em Teresina na última terça-feira, 19 de janeiro. O público alvo da primeira etapa é composto por profissionais de saúde e idosos que vivem em abrigos. 

Na avaliação do presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Gilberto Albuquerque, a aplicação das primeiras doses da vacina vem acontecendo de forma rápida. Ele estima que nós próximos dias a capital do Piauí deve concluir a aplicação das primeiras doses recebidas. 

“Foi tudo muito rápido na aplicação dessas vacinas. Conseguimos executar o planejamento e a logística que tinha sido elaborada”, destacou. 

A capital do Piauí recebeu 11.105 doses da vacina coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, na primeira etapa da campanha de imunização, iniciada na última segunda-feira em todo o Brasil. 

As doses que serão utilizadas para a segunda aplicação estão armazenadas pela Coordenação de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e devem ser encaminhadas à Fundação Municipal de Saúde nas próximas semanas. 

Novas doses

O presidente da FMS também destacou que a capital vivencia a expectativa para a chegada das doses da vacina da AstraZeneca, que desembarcaram nesta sexta-feira no Aeroporto Internacional de São Paulo. Ao todo, o país recebeu 2 milhões de vacinas, que também devem ser distribuídas de forma proporcional aos estados e municípios. 

“Estamos com 2 milhões de doses chegando e, proporcionalmente, iremos receber uma parte. Seguiremos vacinando servidores de hospitais e outros grupos de risco que sejam definidos pelo Ministério da Saúde”, destacou o presidente da FMS.

Piauí receberá lote de 24 mil doses da vacina de Oxford neste domingo

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O estado do Piauí vai receber na tarde do domingo (23) 24 mil doses da vacina de Oxford. A informação foi anunciada pelo Ministério da Saúde, que enviou aos governadores uma tabela com a quantidade de doses que cada estado receberá das 2 milhões de doses que chegaram da Índia na última sexta-feira. 

O desembarque do novo lote de vacinas no Piauí está previsto para acontecer às 14h15, no Aeroporto Senador Petrônio Portela. 

As novas doses serão destinadas, prioritariamente, aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à doença, na capital e no interior do Estado. Idosos que vivem em abrigos também devem ser priorizados nesta fase da imunização. 

O secretário de Saúde, Florentino Neto, comemorou a chegada do novo carregamento de vacinas ao Piauí. Ele destacou que distribuição das novas doses deve ser iniciada ainda no domingo pela Coordenação de Imunização do Estado, seguindo a mesma logística adotada com as primeiras doses que chegaram no início da semana. 

“A partir de amanhã, já iniciaremos as rotas terrestres de distribuição, e na segunda-feira, às 6 horas da manhã, as rotas por via aérea. Desta forma, até segunda-feira a vacina estará em todas as regionais de saúde, para que assim nos possamos continuar a vacinação deste primeiro grupo estabelecido pelo programa nacional de imunização”, destacou Florentino. 

Na última segunda-feira, 18 de janeiro, o Piauí recebeu 61 mil doses da vacina coronavac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o Laboratório Chinês Sinovac. 

Estados

De acordo com a tabela divulgada pelo Ministério da Saúde, São Paulo é o estado que vai receber mais doses do imunizante: 501.960.

Com direito a 190.500 doses, Minas Gerais aparece na segunda colocação, seguido do Rio de Janeiro, que receberá 185 mil doses da vacina de Oxford. 

O Amazonas, que vivencia um colapso no sistema de saúde, vai receber 132.500 doses da vacina. Desse total, 100 mil devem ser destinadas apenas para a capital, Manaus. 

IZA encanta a web com “challenge” para celebrar a vacina contra a Covid-19

A cantora IZA entrou na onda dos challenges para comemorar o início da vacinação contra o novo coronavírus no Brasil. Ao som de Bussit It, da rapper texicana Erica Banks, Iza fez uma transformação, dançou e escreveu na legenda: “Faxina não, eu disse V A C I N A”.

IZA encanta a web com “challenge” para celebrar a vacina contra a Covid-19 (Foto: divulgação)

Os internautas adoraram a performance e deixaram vários elogios à musa. “Nossa, muito maravilhosa!”, escreveu uma fã. “Mulher, eu não estava preparado”, comentou outra. “Perfeição”, disse mais uma seguidora.

Recentemente, Iza respondeu diversas perguntas dos seguidores, incluindo algumas sobre uma possível parceria musical com Ludmilla. “Imagina, o sonho meu”, comentou IZA, que marcou Ludmilla e completou com a frase: “Entra na minha casa, entra na minha vida”.

Fonte: Metrópoles